quinta-feira, 19 de abril de 2012

Maquetes Disciplina de Geografia 2012




























Hidrografia é uma parte da geografia física que classifica e estuda as águas do planeta.
O objeto de estudo da hidrografia é a água da
Terra, abrange portanto oceanos, mares, geleiras, água do subsolo, lagos, água da atmosfera e rios. A maior parte da água está concentrada em oceanos e mares – 1 380 000 000 km³ –, correspondendo a 97,3% da reserva hídrica do mundo. As águas continentais possuem um volume total de 38 000 000 km³, valor que representa 2,7% da água do planeta.














Geleira (português brasileiro) ou glaciar (português europeu) é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e recristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.
As geleiras ou glaciares podem apresentar extensão de vários quilômetros e espessura que pode também alcançar a faixa dos quilômetros. A neve que restou de uma estação glacial dá-se o nome de nevado (usa-se também o termo
alemão Firn e o francês nevé). O nevado é uma etapa intermediária da passagem da neve para o gelo. À medida que se acumulam as camadas anuais sucessivas, o nevado profundo é compactado, recongelando-se os grânulos num corpo único.
O gelo das geleiras é o maior reservatório de
água doce sobre a Terra, e perde em volume total de água apenas para os oceanos. As geleiras cobrem uma vasta área das zonas polares mas ficam restritas às montanhas mais altas nos trópicos. Em outros locais do sistema solar, as grandes calotas polares de Marte rivalizam-se com as da Terra.[1]
Dentre as características
geológicas criadas pelas geleiras estão as morenas, ou moreias terminais ou frontais, mediais, de fundo e as laterais, que são cristas ou depósitos de fragmentos de rocha transportados pela geleira; os vales em forma de U e circos em suas cabeceiras, e a franja da geleira, que é a área onde a geleira recentemente derreteu.






Deserto, em
geografia, é uma região que recebe pouca precipitação pluviométrica.[1] Muitos desertos têm uma média anual de precipitação abaixo de 400 milímetros (16 in).[2] Como consequência, os desertos têm a reputação de serem capazes de sustentar pouca vida. Comparando-se com regiões mais úmidas isto pode ser verdade, porém, examinando-se mais detalhadamente, os desertos frequentemente abrigam uma riqueza de vida que normalmente permanece escondida (especialmente durante o dia) para conservar umidade. Aproximadamente 20% da superfície continental da Terra são desérticos.
As paisagens desérticas têm alguns elementos em comum. O
solo do deserto é principalmente composto de areia, e dunas podem estar presentes. Paisagens de solo rochoso são típicas, e refletem o reduzido desenvolvimento do solo e a escassez de vegetação. As terras baixas podem ser planícies cobertas com sal. Os processos de erosão eólica (isto é, provocados pelo vento) são importantes fatores na formação de paisagens desérticas.
Os desertos algumas vezes contêm depósitos minerais valiosos que foram formados no ambiente árido ou que foram expostos pela erosão. Por serem locais secos, os desertos são locais ideais para a preservação de artefatos humanos e fósseis. Sua vegetação é constituída por gramíneas e pequenos arbustos, é rala e espaçada, ocupando apenas lugares em que a pouca água existente pode se acumular (fendas do solo ou debaixo das rochas). As maiores regiões desérticas do globo situam-se na África (deserto do Saara) e na Ásia (deserto de Gobi).
A fauna predominante no deserto é composta por animais roedores (ratos-cangurus), por répteis (serpentes e lagartos), e por insetos. Os animais e plantas têm marcantes adaptações à falta de água. Muitos animais saem das tocas somente à noite, e outros podem passar a vida inteira sem beber água, extraindo-a do alimento que ingerem.




















Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinza vulcânica) "escapam" para a superfície terrestre [1]. Eles ejetam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, interferindo no clima. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.
A erupção de um vulcão pode resultar num grave
desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. Entre outros, tendem a desvalorizar os imóveis localizados em suas vizinhanças, prejudicam o turismo, interrompem o tráfego aéreo e consomem a renda pública e privada em reconstruções. Na Terra, os vulcões tendem formar-se junto das margens das placas tectónicas. Existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes), que são locais aonde o manto superior atinge altas temperaturas. Os solos nos arredores de vulcões formados de lava arrefecida, tendem a ser bastante férteis para a agricultura.
A palavra "vulcão" deriva do nome do deus do fogo na
mitologia romana Vulcano. A ciência que estuda os vulcões é chamada de vulcanologia, e o profissional que atua na área vulcanólogo [2], que deve ter conhecimento em Geofísica, a outros ramos da Geologia tais como a Petrologia e a Geoquímica.



quinta-feira, 22 de julho de 2010

Derramamento de petróleo no Golfo do México é visto do espaço







Derramamento de petróleo no Golfo do México é visto do espaço

A mancha de petróleo é visível na imagem de radar em preto e branco como uma mancha cinzento escura, embaixo à direita.[Imagem: ESA]
google_protectAndRun("ads_core.google_render_ad", google_handleError, google_render_ad);
Petróleo no mar
Estas imagens do satélite Envisat, da Agência Espacial Europeia (ESA), mostram o petróleo que está sendo derramado no Golfo do México, depois da explosão, e afundamento, de uma plataforma petrolífera, ao largo da costa da Louisiana e do Mississipi, Estados Unidos, no dia 22 de Abril.
Depois do afundamento da plataforma, os dutos de exploração do petróleo continuam abertos e jorrando no mar. Os esforços para seu fechamento ainda não deram os resultados esperados.
Os relatórios oficiais indicam que escapam por dia o equivalente a mil barris de óleo, na área de perfuração a 1,5 Km de profundidade. Segunda-feira à tarde, o derrame cobria uma área de 77 Km de comprimento e 63 de largura.
Mancha de petróleo
A mancha é visível na imagem de radar em preto e branco, como uma mancha cinzento escura embaixo à direita, enquanto na imagem óptica a mancha aparece em branco.
O Delta do Mississipi aparece no canto esquerdo e a Reserva Nacional de Vida Selvagem do Delta estende-se até ao Golfo.
Na imagem feita no espectro visível, a mancha de petróleo aparece na cor branca. [Imagem: ESA]
A Guarda Costeira Americana, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, a British Petroleum, com base em Londres, e peritos na indústria do petróleo, estão a tentar conter a fuga e evitar que esta atinja a Costa do Golfo com o seu frágil ecossistema.
Desastres de origem natural e humana
De forma a orientar os esforços de limpeza, o Geological Survey, serviço geológico dos Estados Unidos, solicitou ao International Charter Space and Major Disasters mapas de satélite da área.
Este organismo é uma colaboração internacional lançada pela ESA e pela agência espacial francesa, CNES, para colocar satélites de detecção remota a serviço das agências de proteção civil e outros, como resposta aos desastres de origem humana ou natural.
O Envisat captou estas imagens com o seu Radar Avançado de Abertura Sintética (preto e branco) e com o seu Espectrômetro de Imagens de Médica Resolução, em 26 de Abril, às 15:58 UTC e em 25 de Abril, às 16:28 UTC, respectivamente.

Maior estrela do Universo


Maior estrela do Universo pode ser 265 vezes maior que o Sol


As imagens do que pode ser a maior estrela do Universo foram captadas por um telescópio no Chile e registradas por astrônomos britânicos. A estrela, que recebeu o nome de RMC 136a1, tem massa 265 vezes maior do que o Sol, e dez vezes mais brilhante. Se ela estivesse no lugar do astro-rei no Sistema Solar, a duração de 365 dias no planeta Terra se reduziria para 21 e a vida se tornaria impossível, devido a intensidade das radiações ultravioleta, segundo o cientista Raphael Hirschi, integrante da equipe de pesquisadores que estudam a estrela.

Existe também a hipóetese de que a RMC 136a1 seja uma bomba celeste, com força suficiente para alterar a dinâmica do Universo caso exploda. O agrupamento de estrelas onde ela está situada fica a 165 mil anos-luz de distância da nossa galáxia.

Curiosamente, ela pode ter tido um tamanho maior do que apresentou ao ser localizada. No momento de sua formação, a estrela teria massa 320 vezes mais extensa que o Sol.

"Ao contrário dos humanos, essas estrelas nascem pesadas e vão perdendo peso ao envelhecer", explicou Paul Crowther, chefe da equipe de estudos.

sábado, 17 de julho de 2010

GEADA EM SANTA CATARINA


Geada é a formação de uma camada de cristais de gelo na superfície ou na folhagem exposta devido a queda de temperatura da superfície abaixo de zero grau Celsius. A principal causa da formação de geada é a advecção de massa de ar polar. Dependendo da intensidade e da extensão da geada, o fenômeno pode causar sérios danos a agricultura, queimando e ressecando a folhagem das plantas, especialmente das hortaliças.
No Brasil meridional a ocorrência de geadas no inverno é bastante comum nas regiões mais elevadas.
As geadas ocorrem freqüentemente durante o outono e o inverno, e até mesmo na primavera. Esporadicamente, pode gear também durante o verão nas partes mais elevadas das serras e planalto. Com exceção das áreas litorâneas e do extremo norte, ocorrem geadas anualmente em todo o resto da região.
Também é comum a ocorrência de geadas no estado de São Paulo e no Sul de Minas Gerais geralmente em áreas acima dos 800 metros de altitude. Nos estados do Rio de Janeiro e no Mato Grosso do Sul sobretudo entre os meses de maio e julho.
As baixas temperaturas e as chuvas que atingem os estados do Sul do país não causaram impactos significativos na agricultura de Santa Catarina, do Paraná e do Rio Grande do Sul. No Paraná, a cultura de inverno mais expressiva é o trigo. A expectativa dos produtores é colher 3,06 milhões de toneladas, que representam 58,4% da produção nacional. Se os números se confirmarem, um aumento de 23,4% em relação à safra anterior.
“O frio é benéfico nessa fase. O que poderia ser prejudicial seria a ocorrência de geadas, que ainda não foram intensas. Entretanto, ainda é cedo para avaliar se houve prejuízos, mas é pouco provável”, disse o engenheiro agrônomo do departamento Rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Deral), Carlos Salvador.
O que não anima o produtor, na avaliação da secretaria paranaense, é o mercado. Ainda há estoque de trigo armazenado da safra passada e o Ministério da Agricultura reduziu em 10% o preço mínimo.
O frio também não altera a produção de milho da segunda safra, que está com 22% das lavouras colhidas e com 64% em fase de maturação. A previsão é de uma produção de 5,9 milhões de toneladas, aumento de 32% sobre a safra passada. Com esse resultado, a safra de milho no Paraná, maior produtor do grão no país, deverá atingir 12,83 milhões de toneladas, volume 14,7% superior ao obtido na safra de 2009, quando a primeira e a segunda safras de milho resultaram em uma produção de 11,2 milhões de toneladas.
Em Santa Catarina, o frio intenso traz mais prejuízos para suinocultores e avicultores. “Os custos aumentam porque os animais precisam de temperaturas regulares. Os gastos com energia elétrica, gás e lenha para manter o ambiente aquecido são muito altos”, disse o diretor-geral da Secretaria da Agricultura e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina, Airton Spies. O estado é o maior produtor de suínos do país, responsável por 24% da produção nacional. Além da produção anual de 750 mil toneladas de carne suína, o estado produz também 1,6 milhão de toneladas de carne de frango, sendo responsável por 27% das exportações brasileiras.

GEADA SC


terça-feira, 13 de julho de 2010

EFEITO ESTUFA


Efeito Estufa

O Efeito Estufa é a forma que a Terra tem para manter sua temperatura constante. A atmosfera é altamente transparente à luz solar, porém cerca de 35% da radiação que recebemos vai ser refletida de novo para o espaço, ficando os outros 65% retidos na Terra. Isto deve-se principalmente ao efeito sobre os raios infravermelhos de gases como o Dióxido de Carbono, Metano, Óxidos de Azoto e Ozônio presentes na atmosfera (totalizando menos de 1% desta), que vão reter esta radiação na Terra, permitindo-nos assistir ao efeito calorífico dos mesmos.
Nos últimos anos, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera tem aumentado cerca de 0,4% anualmente; este aumento se deve à utilização de petróleo, gás e carvão e à destruição das florestas tropicais. A concentração de outros gases que contribuem para o Efeito de Estufa, tais como o metano e os clorofluorcarbonetos também aumentaram rapidamente. O efeito conjunto de tais substâncias pode vir a causar um aumento da temperatura global (Aquecimento Global) estimado entre 2 e 6 ºC nos próximos 100 anos. Um aquecimento desta ordem de grandeza não só irá alterar os climas em nível mundial como também irá aumentar o nível médio das águas do mar em, pelo menos, 30 cm, o que poderá interferir na vida de milhões de pessoas habitando as áreas costeiras mais baixas.
Se a terra não fosse coberta por um manto de ar, a atmosfera, seria demasiado fria para a vida. As condições seriam hostis à vida, a qual de tão frágil que é, bastaria uma pequena diferença nas condições iniciais da sua formação, para que nós não pudessemos estar aqui discutindo-a.
O Efeito Estufa consiste, basicamente, na ação do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no planeta. Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas só parte destes chega a deixar a Terra, em consequência da ação refletora que os chamados "Gases de Efeito Estufa" (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.

Desde a época pré-histórica que o dióxido de carbono tem tido um papel determinante na regulação da temperatura global do planeta. Com o aumento da utilização de combustíveis fósseis (Carvão, Petróleo e Gás Natural) a concentração de dióxido de carbono na atmosfera duplicou nos últimos cem anos. Neste ritmo e com o abatimento massivo de florestas que se tem praticado (é nas plantas que o dióxido de carbono, através da fotossíntese, forma oxigênio e carbono, que é utilizado pela própria planta) o dióxido de carbono começará a proliferar levando, muito certamente, a um aumento da temperatura global, o que, mesmo tratando-se de poucos graus, levaria ao degelo das calotes polares e a grandes alterações a nível topográfico e ecológico do planeta.